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Maranello On quinta-feira, 5 de novembro de 2009




Volkswagen Gol ou simplesmente Gol é um automóvel da fabricante Volkswagen desenhado no Brasil e comercializado em vários países sob diversas designações (não confundir com o Golf, outro modelo da Volkswagen).

Lançado em 1980, é considerado o maior sucesso da Indústria automobilística no Brasil de todos os tempos. É também o primeiro e único carro brasileiro a ultrapassar a marca de 5 milhões de unidades produzidas , tornando-se, em fevereiro de 2001, o primeiro e único a superar o Fusca em vendas.

Pioneiro a tornar-se modelo de entrada da marca Volkswagen em mercados internacionais, é líder de vendas absoluto por 22 anos consecutivos e é o modelo mais exportado da história do Brasil, com 735 mil unidades embarcadas para mais de 50 países.

História
O Gol surgiu a partir da necessidade de se criar um sucessor para o Fusca após a segunda metade dos anos 1970 para enfrentar outros veículos com projetos modernos como Fiat 147 e o Chevette. Os veículos produzidos pela matríz européia não atendiam as necessidades do mercado brasileiro devido as condições de estradas e hábitos dos consumidores, exigindo assim, uma plataforma mais resistente.

O departamento de engenharia da Volkswagen, localizada na Fabrica II, no bairro paulistano de Vila Carioca, passou a desenvolver o projeto desta plataforma com base no primeiro Polo, que fora, por sua vez, projetada na Alemanha, há alguns anos antes por Phillip Schmidt, que na ocasião, atuava na Volkswagen brasileira como diretor de Pesquisa e Desenvolvimento.

O projeto BX se deu início em maio de 1976, após Schmidt vencer a resistencia da matriz alemã devido aos insucessos dos veículos brasileiros. O nome Gol veio da tendência em que a Volkswagen tinha de dar nomes aos veículos associados a esportes (Polo, Golf, Derby).

Assim, este veículo adotou um nome baseado à paixão do brasileiro pelo futebol Sucessão ao Fusca Segundo o jornalista e ex piloto Bob Sharp, a Volkswagen deu inicio ao trabalho de preparação dos Gols durante suas participações em ralis de velocidade em 1984 onde se observou as exigências de resistência para a participação neste tipo de prova, como estradas de terras precárias e a necessidade de se trafegar em alta velocidade.


A Engenharia de Chassi da VW foi insistente em dizer que não seriam necessários reforços adicionais nas estruturas devido ao fato da estrutura do Gol ter sido superdimensionada. Para a surpresa da comissão técnica e do público em geral constatou-se, durante o Rally del Lago, no Uruguai, que o veículo não possuia reforços em sua estrutura nem na suspensão.

Um dos carros chegou, inclusive, a competir cinco anos sem substituição do monobloco e sem nenhuma deformação dianteira, que sempre podia ser verificada a cada operação de alinhamento de rodas. Primeira Geração (Projeto BX).

1980 estreou com motor carburado de corpo simples e refrigerado a ar, herdado do Fusca, um 1300, que lhe rendeu o apelido de "batedeira" devido ao barulho característico proveniente do motor, com a opção da utilização de gasolina ou álcool como combustível. Era disponível em duas versões: Básica e L. A Plataforma era uma variação da plataforma B1, do primeiro Passat, com motor e câmbio longitudinais.


1981 Foi lançada a versão com motor 1600, também refrigerado a ar, devido às constantes reclamações de baixo desempenho do motor 1300. A instalação do novo motor 1600 resultou na retirada da Brasília do mercado no ano seguinte.

A versão básica passava a se chamar S e a versão L passava a se chamar LS. Por fora, além de novos emblemas, reportagens da época já destacavam que uma das poucas alterações visuais para o Gol 81 eram os piscas traseiros na cor âmbar (apenas em 1980 eles eram vermelhos).
Surgiu a série especial chamada Gol Copa, com rodas de liga-leve, pára-choques na cor do veículo, forração especial, faróis de neblina e outros acessórios em homenagem à Copa do Mundo de Futebol (copa de 1982).

1984 Foi lançado o Gol GT com motor MD270 1.8 do Santana, em 1986 esse motor foi substituído pelo AP-1800 (Alta Performance). Curiosamente o Gol GT jamais teve aerofólio, mas vinha com a inscrição "GT" serigrafada em branco em toda a área inferior do vidro traseiro.


1985 Passou a usar o motor 1600 refrigerado a água do Passat chamado MD 270 (com faróis, grade, lanterna dianteiras e pára-choque dianteiro herdados do Voyage paralelo ao refrigerado a ar que ficou na versão básica chamada Gol BX.


Nesta nova motorização, o estepe que era abrigado no compartimento do motor, passou a ser alojado no porta-malas. Já na versão BX as lanternas de ré não possuiam lâmpadas, tendo a lente na mesma cor dos piscas traseiros, como já vinha ocorrendo na versão mais barata desde 1980. A produção do Gol BX perdurou até o fim de 1986.


Quando o Gol passou a usar o motor refrigerado a água, o estepe, que ficava junto com o motor, continuou a ficar no porta-malas até meados de 1994, quando foi lançada a segunda geração do veículo. Nesse mesmo ano, foi sorteado pela Phillips 15 veículos Gol com kits aerodinâmicos fabricados pela Souza Ramos, os kits eram oferecidos entre 84/86 para esse Modelo do Gol, chamado de "Chaleirinha" ou "Batedeira" por muitos, esse modelo tinha a Lanterna traseira menor e farois dianteiros sem piscas que invadiam a lateral do carro.


1987 Ocorre a primeira reestilização da primeira geração. O Gol ganha frente levemente mais baixa com capô redesenhado, novos faróis, grade, pára-choques envolventes, novas lanternas dianteiras e traseiras, essas agora com alojamentos para 6 lâmpadas em cada lado, embora o Gol GTS (e futuramente o GTi) viesse com 5 lâmpadas em cada lado e as demais versões com apenas 3 lâmpads em cada lado.


O Gol GT é substituído pelo Gol GTS com alterações no 1.8, que passou a ter somente o álcool como opção, pois o modelo a gasolina deixava muito a desejar em questão de desempenho para um carro "dito esportivo". Interessante o fato de a Volkswagen insistir que o Gol GTS tivesse apenas 99cv de potência apesar de estimativas indicarem que ele tivesse entre 105cv e 110cv.

Se a Volkswagen admitisse a maior potência, o carro seria taxado com maior imposto, daí o fato de o motor ter a potência nominal tão baixa. O GTS é o primeiro Gol a vir com aerofólio de fábrica.

Muda também a nomenclatura das demais versões: a S vira CL, e a LS vira GL. Em virtude do empréstimo compulsório estabelecido pelo governo para conter a alta do consumo decorrente do congelamento de preços imposto pelo Plano Cruzado, surge uma versão C, ainda mais básica que a CL, com câmbio de 4 marchas e apenas na cor branca e a álcool, destinada a frotas e órgãos governamentais, que durou apenas até o início de 1988.


1988 Um ano depois da primeira reestilização externa, o Gol finalmente deixa de usar o antigo painel de instrumentos da Variant e passa a usar um novo painel do Santana na versão CL e um outro novo painel mais sofisticado (o Satélite) para as versões superiores. Os retrovisores "sobem" para a área das janelas das portas, e as colunas dos quebra-ventos são um pouco recuadas para trás por causa desses novos retrovisores.


No final deste ano, no Salão do Automóvel de São Paulo, é lançado o Gol GTi, primeiro carro nacional com injeção eletrônica. O motor 2.0 do GTi (AP-2000i), somente a gasolina, tinha 120cv. No final do ano o Gol na versão CL perdeu o consagrado motor AP-1600, para usar um outro derivado do 1.6 CHT da Ford que passou a ser chamado de AE-1600 (Alta Economia)— por causa das modificações na sua estrutura e união com este fabricante, união denominada Autolatina.


O Gol ficou um pouco menos potente, ao mesmo tempo em que alcançava recordes de baixo consumo, atingindo a marca de 16,5 km/l na estrada com um Gol CL. Para a versão GL ficou disponível apenas o motor AP-1800. 1991 Ocorre a segunda reestilização da primeira geração. A grade dianteira, os faróis e as lanternas dianteiras (agora com refletivo lateral âmbar em cada uma) ficam mais estreitos.


Na traseira as mudanças são bem discretas: os vincos em baixo-relevo existentes na tampa do porta-malas do Gol passam a ser bem mais suaves e os emblemas que ali estão ganham nova grafia. Dessa vez os pára-choques e as lanternas traseiras do Gol não mudam.

O Gol GTi ganha novas cores, ao invés de ser oferecido apenas na cor azul como ocorria de 1988 a 1990. Mesmo com a reestilização da linha Gol, a VW insiste em oferecer o Gol GTS com as lanternas tricolores. 1992 São disponíveis duas versões CL, ambas com o mesmo motor AE 1600. Uma mais simples, com painel sem relógio e hodômetro parcial, revestimentos das portas em plástico e rodas de 4,5 pol com pneus 155, e que foi comercializada apenas em 1992, enquanto não era lançado o Gol 1000.


A outra mais sofisticada, com interior mais parecido com o do GL, exceto pela ausência do painel satélite, revestimento das portas em tecido, e rodas de 5 pol com pneus 175. 1993 O plástico dos pára-choques de toda linha Gol passa a ser na cor cinza e o Gol GTS finalmente ganha lanternas fumês herdadas do GTi, permanecendo assim até o ano seguinte. Em 1993 é lançado o Gol 1000.

A Autolatina converte o AE 1600 para AE 1000, com isso passou a ser fabricado Gol CL com o AE 1600, e Gol 1000 com o AE 1000. Devido ao incentivo fiscal, o Gol 1000 com motor AE 1.0 de apenas 50 cv passou a ser o mais vendido por ter um custo inferior aos demais. Esse modelo foi fabricado até o fim de 1996.

1994 Foi lançada a última série especial da primeira geração, o Gol Copa, em alusão à Copa dos EUA, e comercializado apenas na cor azul claro metálico. Este foi o último ano de fabricação da primeira geração do Gol, exceto para o Gol 1000 que continuaria a ser fabricado até 1996, convivendo com o Gol da segunda geração.


Em 1994 o Gol 1000 passava a ser ainda mais simplificado para que ficasse ainda mais competitivo no mercado de populares. Externamente suas únicas mudanças nesse ano foram a perda de seus frisos nas laterais e as lanternas dianteiras que passaram a ser totalmente na cor âmbar, e assim seguiria até o fim de sua fabricação.

A segunda geração, conhecido como Projeto AB9 (baseada na B2, do Santana, que trazia uma carroceria totalmente nova, moderna que apresentou linhas mais arredondadas em relação à versão anterior, assim ganhando do público o apelido de "Gol Bola" no Brasil.


Apesar da Volkswagen apresentar um projeto de carroceria novo, a plataforma era basicamente a mesma adotada em sua primeira geração, ajudando a manter soluções praticamente idênticas no que diz respeito a suspensão, motorização e freios. Foi lançado nas versões 1000i, 1000i Plus além das CL, GL, Furgão e GTi nas versões de motorização 1 litro, 1,6, 1,8 e 2-litros respectivamente.

1996 Foi lançado o Gol GTI 16V, com 153cv brutos, (145,5cv líquidos), que trazia um exótico e discutível calombo no capô, para poder comportar o cabeçote do motor, que não caberia alí sem tal adaptação, O Gol GTi 8v com 120cv (gasolina), na época lutava contra o Uno-Turbo 1.4 i. e., Kadett GSi e Escort XR3.


Também foi lançado neste ano o Gol TSI, que tinha a missão de suceder os antigos modelos GTS, e não obteve sucesso pois apresentava somente alterações estéticas sem mudanças drásticas no motor, que seguia a mesma linha dos motores 1.8, sem potência para velocidades altas e com péssima retomada de velocidade do restante da linha.

1997 Nesse ano, seu motor passou a possuir injeção eletrônica multiponto de combustível em todos os motores desta linha e houve também alteração em suas nomenclaturas. O modelo CLi por exemplo passou a ser denominado como 1.6 CL MI. Houve também uma alteração na motorização do modelo TSI com motor 2.0, passando de 109cv da versão gti 8v, para 111cv nesta nova versão.

Séries Especiais O primeiro lançamento da série especial do Gol Segunda Geração foi a Rolling Stones, em alusão à apresentação da banda no Maracanã, Rio de Janeiro em 1995. Atlanta É lançado em 1996 em homenagem às Olimpíadas sediada na cidade americana de Atlanta.


Star Modelo lançado com motorizaçao 1.6 a gasolina, apresentava vidros verdes, aerofolio e saias esportivas, porém no interior era básico, era o modelo esporte do gol, fabricado em 4 cores principais, vermelho, prata, vinho e azul.

Primeira Reestilização da Segunda Geração 1999 Com profundas mudanças estéticas, a primeira reestilização do Gol recebeu o nome comercial de Geração III e começou a ser vendido em 1999 como modelo 2000.


Mudanças visuais foram feitas em sua dianteira, traseira e interior, além de um novo jogo de rodas e calotas. No mais, a estrutura básica do veículo continuou a mesma, continuando a ser um Gol Geração II. Foi lançado nas versões duas e quatro portas e foi abolida as nomenclaturas como CL, GL, etc, e optou-se pelo lançamento de pacotes de opcionais (Básico, Luxo, Conforto e Estilo) encontrados em qualquer motorização.

Logo, poderia-se encontrar um modelo 1.0 8V mais equipado do que uma versão 1.8, por exemplo. As versões de motorização disponíveis eram a anémica 1.0 com 8 válvulas, ou 16 válvulas, 1.6 a gasolina e posteriormente, 1.6 a álcool, 1.8 e 2.0 8 ou 16 válvulas. Foi Lançada a versão 1.0 Turbo,.


Ele gera 112 cv de força, e vai até 190 km/h. A Força do turbo se faz presente a partir das 1500 rpm e com um torque de 15,8kgfm. Foi uma ótima pedida nos carros turbinados, apesar de ser 16 válvulas. A linha Gol sofre pequeníssimas alterações: Por fora o Gol ganha apenas novos pára-choques e nova grade, e seus derivados, Parati e Saveiro, passaram pelas as mesmas mudanças, além de ganharem novas lanternas traseiras (exceto o Gol) e novas tampas do porta-malas Parati e da caçamba Saveiro.


Gol 1.6 Total Flex É lançado o primeiro veículo Flex Fuel (bi-combustível) do Brasil: O Gol Power 1.6 Total Flex, que pode funcionar com álcool, gasolina, ou qualquer mistura destes combustíveis.

Gol Série Ouro O veículo base é o Gol 2 / 4 portas, motor 1.0, 16V, ano/modelo 2000. Seus equipamentos remetem ao que há de mais atual, além do diferenciado adesivo comemorativo das Olimpíadas nas laterais. Um estilo arrojado e esportivo. O seu painel de instrumentos é na cor preta. Sua direção hidráulica é de série e o volante é de 360 mm.

Os vidros verdes escurecidos, antena no teto e aerofólio traseiro com brake-light valorizam o seu estilo esportivo. Possui console central integrado com extensão traseira, porta-copos e porta-objetos Gol Sport Apesar do nome e de possuir a motorização 1.0 de 16 válvulas, foi lançado em alusão à Copa do Mundo de 2002.

Entre os itens de série estão o CD Player, antena no teto, banco do motorista com regulagem de altura, aerofólio na cor do veículo com brake-light, vidros escurecidos, faróis com duplo defletor e máscara negra, faróis e lanternas de neblina, lanterna traseira fumê e grade dianteira na cor do carro, acelerador eletrônico E-Gás. Gol Fun Série tendo como diferencial pequenos detalhes (como máscara do farol pintada na cor do veículo).


Segunda Reestilização da Segunda Geração Segunda Reestilização da Segunda Geração 2005 Começou a ser comercializado em setembro de 2005 como modelo 2006. Chamado comercialmente de "Geração 4", o Gol (ainda da segunda geração) sofre novas alterações (face lift): novas dianteira e traseiras, novo painel (seguindo a tendência dos automóveis "de entrada" da marca), acabamento interno e suspensão mais elevada. Disponíveis nas versões City, Plus, Power.

Em 2006 o seu principal concorrente Fiat Palio passou em números de vendas, contudo o Gol fechou o ano como o carro mais vendido do país. Em agosto de 2007, novamente o Palio volta a passar o VW Gol. A Volkswagen continua a deixar a desejar no quesito acabamento e conforto mesmo com as alterações na nova linha do Gol "G4" 2008, onde o carro teve pequenas mudanças na suspensão e no motor passando de 71cv a 75cv.

Desde seu lançamento a estabilidade de sua suspensão é muito elogiada. Séries Especiais Gol Copa 2006 foi lançado uma série especial limitada em 16000 unidades em homenagem a seleção pentacampeã brasileira, disponíveis nas cores vermelho Flash, amarelo Solar e branco Glacial, cinza Cosmos e prata Light, e com motorização 1.0l 8V Total Flex (68cv - 71cv)) e 1.6l 8V - Total Flex (97cv - 99cv).


Foi o primeiro modelo da linha Gol a adotar a grade frontal no formato em "V" pintado em preto fosco. No ano de 2007 foi a vez do Gol Rallye, dotado de parachoques novos na cor cinza com farois integrados, farois com máscara negras, molduras nas caixas de rodas, bancos e volante diferenciados. O motor 1.6l Totalflex atinge até 99 cv.


Terceira Geração
Construtor: Volkswagen Produção 2008 — presente Gol 2ª geração Tipo de Carroçaria 5 portas Volkswagen Voyage Novo Gol no Montevideo Motor Show de 2008 A verdadeira terceira geração do Gol, chamada comercialmente de Novo Gol, foi lançado no dia 29 de junho de 2008.

O modelo teve suas características externas e internas renovadas; é equipado com motor transversal EA111 em duas opções bicombustível 1.0 e 1.6. Inicialmente esta disponível apenas com quatro portas, convivendo com o modelo antigo em duas portas, e com sete opções de cores: dois tons de cinza, dois de vermelho, preto, branco e prata.

A suspensão traseira é igual à do modelo antigo, a dianteira é mais resistente à torções, a coluna de direção é nova e o câmbio, o mesmo do Fox (com relação do diferencial alongada). Como novidade, além de compartilhar plataforma com Fox, entre os opcionais estão o air-bag e freios ABS. O Gol é vendido a partir de R$28.890.


O Lançamento Em uma festa de lançamento que contou com a presença do Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, acompanhado de políticos, sindicalistas e executivos da Volkswagen. Um dos pontos altos da apresentação foi um desfile de 20 cães da raça labrador em alusão às antigas campanhas publicitárias do Gol, onde se resaltou que a confiança e lealdade que o veículo emana, é semelhante a desta raça de cão.

O motor é o EA-111 VHT, que na versão 1.6 já equipa o Polo e o Fox. Na versão versão 1.0 é o mesmo do Fox 2009 com 9,7/10,6 kgfm (gasolina/álcool) de torque a 3.850 rpm abastecido com álcool e 72/76 cv (gasolina/álcool) a 5.250 rpm. Outras Versões Gol em versão pickup-up. O Gol ganhou outras carrocerias. Em junho de 1981 o sedã Voyage foi lançado. Em junho a Parati e, em setembro seguinte da picape Saveiro.

Em 1997 finalmente passou a ser vendido com quatro portas após muita expectativa. Em 2008, a Volkswagen confirmou o lançamento da nova geração do Voyage, baseado no Gol de terceira geração. O Gol foi protagonista de diversas inovações tecnológicas na indústria automobilística brasileira nas últimas décadas: injeção eletrônica de combustível no Gol GTi 2.0, no final de 1988.

Primeiro carro nacional com motor de 1,0 litro e 16 válvulas, primeiro carro nacional com motor Flex (alcool, gasolina ou os dois misturados), denominado Total Flex. Desde então passou a ser vendido em dezenas de países destacando-se a China onde também é fabricado. Em alguns países adotou outras designações como Pointer.

Foi o primeiro carro brasileiro exportado para a Rússia. Para suportar o frio intenso, o motor recebeu válvula que capta o ar quente do escapamento e aquece a câmara de combustão sempre que a temperatura desce abaixo dos 8 graus negativos. O filtro de ar ganhou uma espécie de snorkel para evitar entupimento com a entrada de neve.

O Gol também é produzido no Iran desde 2003. Revista Autoesporte o Carro do ano na categoria populares em 1990. Revista Autoesporte o Carro do ano na categoria populares em 2008.

Fonte/pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Volkswagen_Gol

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