Moderninha pag seguro

Maranello On quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Quando se fala em carro preto e motorista, esqueça o tradicional chofer. A primeira imagem que vem à mente neste momento na vida do brasileiro é quem dirige um Uber. O sistema nasceu como um aplicativo de carona remunerada e estreou no Brasil em 2014. Desde então, a disputa com os táxis e até mesmo com a legislação, ocupa os noticiários, mas seu sucesso é indiscutível e o Uber se tornou uma alternativa de emprego. Você sabe o que é preciso para se tornar um motorista do Uber?




Exigências para o motorista
Para se cadastrar e ser um motorista do aplicativo, o interessado tem de cumprir algumas exigências. A entrega dos documentos é feita por upload digital diretamente no site da empresa. Todas as regras valem tanto para o Uber X, que sai mais em conta para o usuário, como para o Uber Black, mais luxuoso.
Idadeos interessados precisam ter ao menos 21 anos de idade.
Habilitaçãoa CNH precisa ser categoria B ou superior e é necessário trazer a observação EAR – Exerce Atividade Remunerada. Caso a sua não tenha, é preciso acionar o Detran de seu Estado e pedir a alteração, que exigirá um exame psicotécnico e a emissão de uma nova CNH com a observação. As taxas para esse serviço variam de cidade para cidade e se os exames são realizados ou não no próprio Detran.
Avaliação do usuário - Após ser aprovado, o motorista é avaliado pelos usuários. O ranking vai de uma a cinco estrelas, mas a exigência é alta. Caso a avaliação seja inferior a 4,3 estrelas, o motorista pode ser suspenso e não vai poder fazer corridas por até uma semana.
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Tire suas dúvidas sobre CNH
Outros documentos: além da CNH, o Uber não pede nenhum outro documento pessoal, mas, é preciso entregar um Atestado de Antecedentes Criminais, que pode ser obtido juntamente à Secretaria de Segurança Pública.
Exigências para o veículo
Não só o motorista que precisa atender a determinadas exigências. O carro também; alguns itens variam de acordo com a categoria do Uber em que se quer entrar (X ou Black), enquanto outros são comuns para todos.
Para todos:
Seguro APP:
 o carro deve ter uma apólice de seguro do tipo APP (Acidentes Pessoais de Passageiros). Em caso de acidente, este seguro indenizará os usuários.
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Tudo sobre seguro de veículos
Uber X
Exigências:
 pede-se apenas que veículo tenha ano de fabricação 2008 ou superior, ao menos quatro portas, ar-condicionado e capacidade de levar até cinco ocupantes.
Restrições: o Uber restringe carros adesivados, com placa vermelha (categoria aluguel), picapes, minivans de passageiros e caminhonetes. Porém, modelos como Honda Fit, Chevrolet Spin, JAC J6 e Nissan Grand Livina não são considerados minivans.
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Os carros 0km mais baratos para entrar no Uber X
Uber Black
Exigências: 
ao menos quatro portas, ar-condicionado e cinco lugares como no X, mas pede-se ainda que o veículo tenha bancos com revestimento de couro, seja classificado como sedã ou SUV e cor preta.
Restrições: apesar das exigências extras, não é qualquer carro que pode operar como Uber Black. No site da empresa há uma lista de modelos permitidos que deve ser seguida e o ano de fabricação mínimo varia de acordo com o modelo

Fonte/pesquisa: http://www.icarros.com.br/noticias/geral/o-que-e-preciso-para-ser-motorista-do-uber-/21114.html
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Comprar o primeiro carro é daquelas realizações que vamos nos lembrar pra sempre. O gosto do brasileiro por carros é enorme e comprovado por pesquisa que aponta a compra dos veículos como o nosso 2º maior sonho de consumo, perdendo apenas para viajar. Se você está pensando e se planejando para realizar esse sonho pela 1ª vez, nós te ajudamos com algumas dicas essenciais.


1. Considere sua capacidade de pagamento

Estamos vivendo um período de instabilidade econômica, portanto quanto menos você puder comprometer a sua renda para comprar o primeiro carro, melhor. Esse será apenas o 1º de vários outros carros, dê um passo de cada vez.  Não assuma uma parcela maior do que consegue pagar para que o sonho não se transforme em um pesadelo no final do mês.
2. Contabilize todos os gastos que terá com o carro
 Parcela + gasolina + IPVA + DPVAT (seguro obrigatório) + licenciamento +seguro privado + manutenções + estacionamentos + outros = os seus gastos com o seu carro.
Um grande erro ao comprar o primeiro carro é considerar somente o valor da parcela e depois ficar endividado pois as contas não fecham. Como estes gastos são uma novidade para o seu orçamento, antes de bater o martelo orce qual será o seu custo total com o carro e veja se consegue e quer fazer este investimento agora. Às vezes vale a pena esperar mais um pouquinho e dar uma entrada maior mais pra frente.
 3. Avalie se é melhor ter um carro novo ou usado
O carro zero tem garantia e menor probabilidade de problemas mecânicos mas pode ser um investimento muito alto para um primeiro carro, onde costumamos causar alguns danos devido a falta de experiência. Já um carro usado é mais completo, tem um valor menor para investimento, não sofrerá tanto com os nossos aprendizados mas é um carro que tem um passado que precisa ser avaliado.  
Aqui nós te contamos dicas importantes na hora de escolher um carro usado. Pesquise! Não compre por impulso e não seja seduzido por promessas que parecem boas demais para ser verdade.  Visite várias concessionárias, compare os valores na internet e peça ajuda a pessoas mais experientes antes de comprar o primeiro carro.
4. Não escolha o modelo por impulso
Este provavelmente será o item em que você irá gastar mais tempo, afinal o mercado hoje oferece uma infinidade de modelos e possibilidades. Além disso, é importante que você tenha claro quais são os seus objetivos e demandas com o carro.
Avalie itens como:
- Será um carro para andar mais na cidade ou em estradas?
- Preciso carregar muitas ou poucas coisas, ou seja, preciso de um carro com porta-malas grande ou pequeno?
- Qual o custo de manutenção? As peças são fáceis de serem repostas?
- Ele tem uma desvalorização maior que o normal na revenda?
- Qual o consumo de combustível?
- Qual a potência do motor você precisa?

  A sua cidade é plana ou cheia de morros?
 - Qual o valor do seguro?
Algumas das respostas vêm das suas necessidades e para as outras é importante que você esgote todas as possibilidades pesquisando nas concessionárias, lendo opiniões de pessoas que já compraram os carros e conversando com amigos que tenham os modelos pelos quais você se interessa.
5. Contrate um seguro
 Infelizmente não conseguimos prever e evitar as eventualidades e por isto é muito importante que você contrate um seguro assim que comprar o primeiro carro. Diferente do seguro DPVAT, um seguro privado irá cobrir despesas de indenização de bens materiais causados por roubos, batidas ou fenômenos naturais, dentre vários outros.  Neste post te contamos em detalhes quais são as diferenças de cada um.
Se você está comprando o seu 1º carro, este será também o seu 1º seguro, portanto pesquise e compare os preços e vantagens de cada seguradora. Com este post você irá entender  quais são as coberturas básicas e opcionais de um seguro  e nestes outros você pode se familiarizar com termos  deste novo universo como o prêmio e o bônus.
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Com a situação financeira menos favorável, é comum você acabar aderindo a compra do veículo usado a um zero quilômetro. Além de não contar com a depreciação do modelo novo, ele é mais barato e acessível. Mas, comprar um veículo de segunda mão requer o dobro de cuidados. Para você não ser passado para trás, confira algumas dicas funcionais na hora de escolher um carro usado.

Na hora da compra, a última coisa que você precisa ter ou demonstrar é pressa. Faça a pesquisa com calma, não entre na pressão do vendedor e nem demonstre a sua alta necessidade de adquirir o veículo naquele momento. Com isso em mente, você tem mais chances de fazer um bom negócio sem se arrepender.

Provavelmente, vender não será sua intenção a curto e médio prazo, mas você precisa saber se o veículo que está de olho é difícil para revenda. Pesquise sobre a marca que está interessado, veja se ele está na lista dos carros mais desvalorizados. Carros que saíram de linha tem alto poder de depreciação porque a manutenção e substituição de peças se tornam cada vez mais difíceis. 

Cores extravagantes são usados pelas montadoras para lançar os veículos novos, mas eles costumam encalhar nas lojas de usados. Carros brancos ou amarelos sempre despertam desconfiança por poder ter sido usado como taxi. Nos casos citados acima, só opte pelo modelo se tiver um bom desconto.

O primeiro ano de um veículo é o que o bólido sofre maior depreciação. Como isto é inevitável, optar pelos modelos com menos desvalorização é uma grande vantagem. O índice aponta que o veículo é visado para compra e tem um bom valor de revenda a médio e longo prazo.

Se com um veículo 0k isto é importante, no usado é mais que fundamental. Apesar de você guiá-lo por um curto espaço, o test drive pode te dar a impressão geral do carro, conforto, sentir a dirigibilidade, se o veículo faz barulhos estranhos de série.

 Como o vendedor vai passar somente as vantagens do veículo que ele quer te você compre, uma boa dica é alugar um veículo de locadora para fazer o teste por mais tempo. Escolha o veículo mais velho disponível e você sentirá os efeitos que o tempo faz a determinado modelo. Algumas concessionárias oferecem um teste drive com o próprio veículo por um tempo prolongado. Pergunte sobre a possibilidade.

Um critério importante na compra do veículo usado é a quilometragem do veículo. Carros com baixa rodagem são mais valorizados pois, além de ter sido muito usado, tem maior conservação e menor necessidade de manutenção. Redobre a atenção em modelos com alta quilometragem, e faça uma vistoria muito mais minunciosa. Verifique estado de pneus e estepe, bateria e motor.

Mesmo que você tem certos conhecimentos com automóvel, é fundamental levar um mecânico de confiança na hora de avaliar e vistoriar um veículo usado. Ele terá a visão mais imparcial, conseguirá observar minucias e coisas que você jamais veria. Depois, peça uma opinião sobre o aspecto visual (lataria e parte interna) e mecânico do auto (ruídos estranhos do motor e freio, suspensão e amortecedores, alinhamento e balanceamento).

Colisões costumam causar avarias que podem desvalorizar, e muito, o preço do auto. Mas, na maioria dos casos, o comprador consegue identificar as cicatrizes que a batida causou. Para isto, observe o carro durante o dia com o carro seco e limpo. Diferenças na pintura denunciam acidente. Simetria entre as portas, os para-choques e o teto, idem. Ondulações, pequenos amassados na lataria ou diferenças nas quinas do capô são outros sinalizadores.

Conhecer a procedência do veículo ajuda a saber qual o histórico do auto e que problemas ele pode ter sofrido. Existe um site onde é possível saber se um carro foi roubado, se sofreu danos em algum acidente, se teve a contagem da quilometragem adulterada, se está alienado ao banco, se foi comprado de locadora ou se foi adquirido em leilão, entre outras coisas. O serviço é pago, mas pode valer a pena na compra do usado.

O jeito mais simples de detectar se um carro ficou alagado na enxurrada é prestar atenção no cheiro. Para disfarçar odores, normalmente usam sachês para perfumar o interior do veículo. Até depois de uma boa higienização, você pode encontrar barro ou impurezas depositadas em lugares de pouca exposição. Fique de olho no estado do estofamento dos bancos e do carpete. Se o tecido estiver estragado, pode ser um sinal do carro ter sido vítima de enchente ou está com problemas de vedação.

Ainda que não tenha sofrido com batidas ou enchente, o carro pode não estar em bom estado. Basta um dono mais descuidado e muitas coisas ficam aparentes. Pontos de ferrugem nos cantos ou debaixo das guarnições do assoalho indicam problemas de vedação. Verifique se o carro tem extintor, macaco, triângulo, chave de rodas e estepe em condições de uso. Veja se há vazamento de óleo embaixo do carro, se há queima excessiva de óleo no motor ou se há presença de manchas escuras no escapamento.

 Para testar a suspensão, dê uma volta em terrenos de terra ou razoavelmente irregulares. Ruídos e estalos vão denunciar eventuais problemas. Outra forma de verificar o estado da suspensão é balançar o carro para baixo segurando pelo para-choque. Se, ao largá-lo, o veículo balançar duas ou mais vezes, o amortecedor está em más condições. 

Confira o estado dos pneus. Desgastes irregulares podem indicar problemas com a suspensão ou a falta de alinhamento. Já pneus carecas ou com mais de 60 mil quilômetros rodados precisarão ser substituídos porque trazem risco à segurança. Para verificar o estado dos freios, ouça se há ruídos metálicos no momento da utilização.

Esse será um indício de que as pastilhas estão gastas.

Quando você compra um veículo semi-novo, normalmente leva com algumas garantias e revisões de fábrica no período que resta. Confira no manual do proprietário se estas revisões estão em dias e cobre por essa extensão. No caso dos veículos que não tem mais esse privilégio, negocie com o vendedor uma garantida por escrito em uma período maior que 90 dias das principais peças do seu carro (motor, bateria, pneus, amortecedores e freitos). Não tenha vergonha de cobrar, pois quem tem o dinheiro e poder de barganha é você.

Não tem jeito, quanto mais próximo for o dono do veículo, menor é o risco de você ser passado para trás. Isso porque caso ocorra algum problema, você saberá onde cobrar. No caso de não ter um bom modelo disponível à venda nas proximidades, escolha carros de concessionárias. Eles são mais seguros e conta com uma reputação a zelar, carregando o nome da montadora junto.

para mais informações o blog central dos carros está com uma parceria para você que deseja especializar-se nesse ramo através de um curso básico e intermediário confiram abaixo:




Fonte/pesquisa: http://manualdohomemmoderno.com.br/carros/12-dicas-fundamentais-na-hora-e-comprar-um-carro-usado

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Maranello On domingo, 5 de fevereiro de 2017


As fábricas estão loucas! Como pode um carro 1.0 custar mais de R$ 70.000? Foi assim que muita gente se referiu ao Ford Fiesta 1.0 EcoBoost (R$ 71.990), lançado em julho. Agora, é a vez de a Volkswagen ouvir o mesmo discurso, mas em um alvo próprio: o Golf 1.0 TSI, cujas vendas começam no fim de outubro, por R$ 74.990.

Tomar apenas a cilindrada como referência única para definir se um motor é bom ou ruim pode surtir efeito contrário – e levar você a escolher o carro errado. Principalmente quando os 1.0 em questão são os badalados três cilindros turbinados da Ford e da Volkswagen.





Este novo Golf comprova a tese. Custa só R$ 1.860 a mais que a versão com motor 1.6 16V MSI (cujo preço baixou de R$ 78.130 para R$ 73.130) e, no nosso campo de provas, em Limeira (SP), mostra uma superioridade acachapante. Para que não ficasse nenhuma dúvida, fizemos duas baterias de testes: com o carro vazio e, depois, com peso a bordo.
Na medição de 0 a 100 km/h, o 1.0 TSi precisou de 10,4/12,2 segundos (vazio/carregado) e o 1.6 MSI,13/15 segundos cravados. Ou seja, o 1.0 acelera em um tempo 20% ou 18,7% (dependendo da carga) menor que o 1.6. No entanto, a aplicação de carga causou mais impacto no 1.0 do que no 1.6. Mas vale destacar: mesmo carregado, o valente 1.0 cumpre a prova em tempo melhor que o 1.6 vazio – 12,2 ante 13 segundos.

Fora, a plaqueta com o nome segue o padrão da marca e omite a cilindrada do motor três cilindros


Versão 1.6 MSI teve redução de preço de R$ 4 mil




As provas de retomada de velocidade deixam a vantagem do motor 1 litro ainda mais escancaradas, graças ao fato de o 1.0 ter câmbio manual de seis marchas, contra as cinco marchas do 1.6 MSI. Diferente da aceleração, a adição de carga piorou menos a performance no 1.0 (18,1%) do que no 1.6 (21,5%). Mas houve um ponto comum com os ensaios de aceleração: carregado, o 1.0 retoma em tempos até 46,1% menores – ambos vazios, a vantagem chega a impressionantes 55,6%, como no teste de 80 a 120 km/h, em quinta marcha.
Nas provas de frenagem, claro, números muito parecidos nas duas situações de carga.
Anda bem, bebe pouco
Com os testes dinâmicos finalizados, os carros partiram para as medições de consumo. E foi aqui que o 1.0 fechou com chave de ouro, com resultados melhores que os do 1.6 até quando comparados aos números em condição de carga frente aos do irmão vazio. Na cidade, o TSI carregado cravou 11,9 km/l, ante 10,8 km/l do 1.6 lastreado.
Na rua, a melhor tradução do que vimos na pista. O 1.0 TSI não tem, obviamente, a pegada violenta do 1.4 TSI (que continua à venda na versão Highline, por R$ 99.190), mas está muito mais próximo disso do que o 1.6. O ronquinho metálico e a aspereza de funcionamento do 1.0 três cilindros dão até uma pitada de esportividade ao Golf.









Com etanol, motor 1.0 TSI tem 20 cv e 3,6 mkgf a mais que o do Up!


Motor 1.6 MSI tem potência parecida, mas torque sensivelmente mais baixo que o 1.0 TSI





Os engenheiros da Volks ficam incomodados quando você se refere ao motor como sendo o do Up! TSI. “É muito mais que isso. Algumas peças, como intercooler, bielas e válvulas, por exemplo, são diferentes. As mudanças vão além de mera calibração eletrônica”, diz José Loureiro, gerente executivo da marca. O ajuste fino aparece na ficha técnica: são 125/116 cv e 20,4 mkgf de torque (20 cv e 3,6 mkgf a mais que no Up! no etanol).
Comitê de recepção
A chegada do Golf com motor 1.0 TSI foi acompanhada de uma arrumação na casa. Ao se meter entre o 1.6 MSI e o 1.4 TSI, ele assumiu a posição de versão intermediária. Se no topo da tabela ficou tudo igual, no rodapé o consumidor notará uma queda de R$ 5.000: na prática, o 1.6 MSI caiu de R$ 78.130 para R$ 73.130 – lembrando que o 1.0 TSI estreia custando R$ 74.990.
 E isso é um grande elogio, pois o Golf sempre foi referência de bom acabamento interno, dirigibilidade apurada e robustez mecânica. Agora, a economia de combustível também entrou nessa lista – e no topo!
Teste de peso
Para que não ficasse dúvida sobre qual dos Golf é o melhor, fizemos uma rodada dupla de teste. A primeira, convencional, com o carro vazio, e a segunda simulando a presença de quatro adultos de 70 kg cada (140 kg na dianteira e 140 kg na traseira) e outros 50 kg distribuídos no porta-malas. Todos os quatro testes foram feitos com o tanque cheio e os pneus calibrados conforme indicação do fabricante para cada condição de carga.
Além desse cuidado, em uma situação real de rodagem com passageiros e porta-malas cheio, redobre a atenção com o comportamento dinâmico do carro. Nessas condições, as frenagens longas tendem a fadigar o freio. Reduza as marchas e use o freio motor. E cuidado nas curvas: pesado, o carro tende a escorregar para fora delas.
Teste de pista (com gasolina)
1.0 TSI (Vazio)1.6 MSI (Vazio)1.0 TSI (Carregado)1.6 MSI (Carregado)
Aceleração de 0 a 100 km/h10,4 s13 s12,2 s15 s
Aceleração de 0 a 1.000 m
31,8 s – 164,6 km/h
34,3 s – 152,4 km/h33,5 s – 157,9 km/h35,9 – 146,8 km/h
Retomada de 40 a 80 km/h (em 3ª)5,6 s8,5 s6,5 s10 s
Retomada de 60 a 100 km/h (em 4ª)7,7 s13,1 s9 s15,8 s
Retomada de 80 a 120 km/h (em 5ª)
10,3 s
23,2 s12,5 s29,3 s
Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 015,1 / 26,3 / 59,8 m15,6 / 26,7 / 62,5 m15,8 / 26,6 / 61 m15,2 / 27 / 61,5 m
Consumo urbano12,9 km/l10,8 km/l11,9 km/l9,8 km/l
Consumo rodoviário17,8 km/l16 km/l16,6 km/l15 km/l
Ruído interno (neutro / RPM máximo)31,1 / 67,7 dBA42,9 / 72,8 dBA37,8 / 67,5 dBA42,9/74,3 dBA
Ruído interno (80 / 120 km/h)61,5 / 67,2 dBA62,7 / 67,3dBA60,8/67,2 dBA63,5/67,5 dBA
Aferição do velocímetro a 100 km/h96,2 km/h96 km/h96,2 km/h96 km/h
Aferição da rotação do motor a 100 km/h em 5ª marcha2.800 rpm2.600 rpm2.800 rpm2.600 rpm
Volante2,8 voltas2,8 voltas2,8 voltas2,8 voltas

AVALIAÇÃO DO EDITOR
Motor e Câmbio – Muito mais forte, potente e econômico, o 1.0 turbo faz o 1.6 aspirado parecer obsoleto.
Dirigibilidade – A pegada sempre viva do TSI dá muito mais prazer ao dirigir.
Segurança – Sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, sete airbags e ESP de série.
Seu bolso – A diferença de preço é pequena e retorna rápido por conta do baixo consumo de combustível.
Conteúdo – O GPS custa o equivalente a R$ 6.349. E só vem dentro de um pacote de R$ 9.549. Só o 1.6 tem câmbio automático.
Vida a bordo – Bancos confortáveis e saídas de ar para quem viaja atrás.
Qualidade – Interior bem montado, carroceria com vãos regulares e pequenos.

VEREDICTO
Se você aceita viver sem o conforto do câmbio automático – ou prefere a esportividade do manual –, não há por que ficar em dúvida: o 1.0 TSI é muito mais carro do que o 1.6 MSI.    
Ficha técnica
Golf 1.0 TSIGolf 1.6 MSI
Motorflex, diant., tras., 3 cil. 12V, turbo, injeção direta, 999 cm³, 74,5 x 76,4 mm, 10,5:1, 125/116 cv a 5.500 rpm, 20,4 mkgf a 2.000 rpmflex, diant., tras., 4 cil. 16V, 1.598 cm³, 76,5 x 86,9 mm, 11,5:1, 120/110 cv a 5.750 rpm, 16,8/15,8 mkgf de 4.000 rpm
Câmbiomanual, 6 marchas, tração dianteiramanual, 5 marchas, tração dianteira
DIreçãoelétrica, 10,9 m (diâ­metro de giro)elétrica, 10,9 m (diâ­metro de giro)
SuspensãoMcPherson (diant.), eixo de torção (tras.)McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
Freiosdiscos ventilados (diant.), sólidos (tras.)discos ventilados (diant.), sólidos (tras.)
Pneus225/45 R17225/45 R17
Peso1.223 kg1.231 kg
Peso/potência9,8 / 10,5 kg/cv10,3 / 11,2 kg/cv
Peso/torque60 kg/mkgf
73,3/77,9 mkgf/kg
Dimensõescomprimento, 425,5 cm; largura, 179,9 cm; altura, 146,8 cm; entre-eixos, 263,8 cm; porta-malas, 313 l; tanque de combustível, 51 lcomprimento, 425,5 cm; largura, 179,9 cm; altura, 146,8 cm; entre-eixos, 263,8 cm; porta-malas, 313 l; tanque de combustível, 51 l
Equipamentos de série7 airbags, alarme, assist. de partida em subidas, banco traseiro bipartido, bloqueio eletrônico do diferencial, multimídia, controle de estabilidade e tração, direção elétrica, faróis de neblina, fixação Isofix, lanternas de neblina, rodas de liga aro 16, sensores de estacionamento. diant. e tras.7 airbags, alarme, banco traseiro bipartido, bloqueio eletrônico do diferencial, central multimídia, controle de estabilidade, controle de tração, direção elétrica, faróis de neblina com luz de conversão, fixação Isofix, lanternas de neblina, rodas de liga aro 16, sensores de estacionamento diant. e tras.
PreçoR$ 74.990R$ 73.130
Rodas aro 17 são opcionais. De série, o Golf vem com aro 16 
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